quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Moda






- Afinal, o que seria moda ?
Moda - tendências variáveis consoante as inclinações de gosto de uma dada sociedade ou grupo ou, Moda - o evento mais frequente em determinado um universo ou conjunto.

Engraçado, que com esse expancionismo capitalista pós guerra fria,a moda tornou-se uma obrigação e uma característica nao só fisica, apontando de fato o gosto e opinião da pessoa, mas também psicológica, sendo perceptível a nós identificar a personalidade e auto confiança atraves das roupas.A moda conciderada revolucionária, nao passa de uma renovação de tendencias passadas, seguidas e adotadas por estudiosos do assunto.A realidade é que quando suas avós dizem :''eu tenho uma roupa parecida com essa que voce comprou'', nao estão tentando parecer mais jovens, e sim tentando nos explicar que, a moda é contínua e renovada, nunca criada.
A chamada ''tendencia'' é apenas uma palavra para enfatizar esse sentido de continuidade, tendencia significa o ato de optar por algo, uma escolha entre várias alternativas, ou; ''uma vontade natural irrefletida no subconsciente, que se transforma em um comportamento com ou sem a devida consciência do indivíduo.''"Tendência" do latim tendentia :significa tender para, inclinar-se para, ser atraído (a) por algo que chamou a sua atenção.
A tendencia de 2009 é que nos inclinemos cada vez mais aos anos 50, conhecida como a década de transição entre o período de guerras da primeira metade do século XX e o período das revoluções comportamentais e tecnológicas da segunda metade. Essa fase foi marcada pela descoberta de feminilidade padronizada na ousadia e inocencia da deusa.
A seguir aprofundarei e explicarei as tendencias com base em algumas pesquisas e revistas da época................

A essencia da moda



Com o fim dos anos de guerra e do racionamento de tecidos, a mulher dos anos 50 se tornou mais feminina e glamourosa, de acordo com a moda lançada pelo "New Look", de Christian Dior, em 1947. Metros e metros de tecido eram gastos para confeccionar um vestido, bem amplo e na altura dos tornozelos. A cintura era bem marcada e os sapatos eram de saltos altos, além das luvas e outros acessórios luxuosos, como peles e jóias.Essa silhueta extremamente feminina e jovial atravessou toda a década de 50 e se manteve como base para a maioria das criações desse período. Apesar de tudo indicar que a moda seguiria o caminho da simplicidade e praticidade, acompanhando todas as mudanças provocadas pela guerra, nunca uma tendência foi tão rapidamente aceita pelas mulheres como o "New Look" Dior, o que indica que a mulher ansiava pela volta da feminilidade, do luxo e da sofisticação.E foi o mesmo Christian Dior quem liderou, até a sua morte em 1957, a agitação de novas tendências que foram surgindo quase a cada estação.Com o fim da escassez dos cosméticos do pós-guerra, a beleza se tornaria um tema de grande importância. O clima era de sofisticação e era tempo de cuidar da aparência. A maquiagem estava na moda e valorizava o olhar, o que levou a uma infinidade de lançamentos de produtos para os olhos, um verdadeiro arsenal composto por sombras, rímel, lápis para os olhos e sobrancelhas, além do indispensável delineador.



A maquiagem realçava a intensidade dos lábios e a palidez da pele, que devia ser perfeita.Grandes empresas, como a Revlon, Helena Rubinstein, Elizabeth Arden e Estée Lauder, gastavam muito em publicidade, era a explosão dos cosméticos. Na Europa, surgiram a Biotherm, em 1952 e a Clarins, em 1954, lançando produtos feitos a base de plantas, que se tornaria uma tendência a partir daí.Era também o auge das tintas para cabelos e das loções alisadoras e fixadoras.Os penteados podiam ser coques ou rabos-de-cavalo, como os de Brigitte Bardot.Os cabelos também ficaram um pouco mais curtos, com mechas caindo no rosto e as franjas davam um ar de menina. Dois estilos de beleza feminina marcaram os anos 50, o das ingênuas chiques, encarnado por Grace Kelly e Audrey Hepburn, que se caracterizavam pela naturalidade e jovialidade e o estilo sensual e fatal, como o das atrizes Rita Hayworth e Ava Gardner, como também o das pin-ups americanas, loiras e com seios fartos.Entretanto, os dois grandes símbolos de beleza da década de 50 foram Marilyn Monroe e Brigitte Bardot, que eram uma mistura dos dois estilos, a devastadora combinação de ingenuidade e sensualidade.As pioneiras das atuais top models surgiram através das lentes dos fotógrafos de moda, entre eles, Richard Avedon, Irving Penn e Willian Klein, que fotografavam para as maisons e para as revistas de moda, como a Elle e a Vogue.Durante os anos 50, a alta-costura viveu o seu apogeu. Nomes importantes da criação de moda, como o espanhol Cristobal Balenciaga, Hubert de Givenchy, Pierre Balmain, Chanel, Madame Grès, Nina Ricci e o próprio Christian Dior, transformaram essa época na mais glamourosa e sofisticada de todas.A partir de 1950, uma forma de difusão da alta-costura parisiense tornou-se possível com a criação de um grupo chamado "Costureiros Associados", do qual faziam parte famosas maisons, como a de Jacques Fath, Jeanne Paquin, Robert Piguet e Jean Dessès. Esse grupo havia se unido a sete profissionais da moda de confecção para editar, cada um, sete modelos a cada estação, para que fossem distribuídos para algumas lojas selecionadas. Assim, em 1955, a grife "Jean Dessès-Diffusion" começou a fabricar tecidos em série para determinadas lojas da França e da África do Norte.O grande destaque na criação de sapatos foi o francês Roger Vivier. Ele criou o salto-agulha, em 1954 e, em 1959 o salto-choque, encurvado para dentro, além do bico chato e quadrado, entre muitos outros. Vivier trabalhou com Dior e criou vários modelos para os desfiles dos grandes estilistas da época.Em 1954, Chanel reabriu sua maison em Paris, que esteve fechada durante a guerra. Aos 70 anos de idade, ela criou algumas peças que se tornariam inconfundíveis, como o famoso tailleur com guarnições trançadas, a famosa bolsa a tiracolo em matelassê e o escarpin bege com ponta escura.Ao lado do sucesso da alta-costura parisiense, os Estados Unidos estavam avançando na direção do ready-to-wear e da confecção. A indústria norte-americana desse setor estava cada vez mais forte, com as técnicas de produção em massa cada vez mais bem desenvolvidas e especializadas.Na Inglaterra, empresas como Jaeger, Susan Small e Dereta produziam roupas prêt-à-porter sofisticadas. Na Itália, Emilio Pucci produzia peças separadas em cores fortes e estampadas que faziam sucesso tanto na Europa como nos EUA.Na França, Jacques Fath foi um dos primeiros a se voltar ao prêt-à-porter, ainda em 1948, mas era inevitável que os outros estilistas começassem a acompanhar essa nova tendência a medida que a alta-costura começava a perder terreno, já no final dos anos 50.

Nessa época, pela primeira vez, as pessoas comuns puderam ter acesso às criações da moda sintonizada com as tendências do momento.
Nesse contexto, a mulher dos anos 50, além de bela e bem cuidada, devia ser boa dona-de-casa, esposa e mãe.
Vários aparelhos eletrodomésticos foram criados para ajudá-la nessa tarefa difícil, como o aspirador de pó e a máquina de lavar roupas.Em contraposição ao estilo norte-americano de obsolescência planejada, ao criarem produtos pouco duráveis, na Europa ressurgiu, especialmente na Alemanha, o estilo modernista da Bauhaus, com o objetivo de fabricar bens duráveis, com um design voltado a funcionalidade e ao futuro, refletindo a vida moderna. Vários equipamentos, como rádios, televisores e máquinas, foram criados seguindo a fórmula de linhas simples, durabilidade e equilíbrio.Ao som do rock and roll, a nova música que surgia nos 50, a juventude norte-americana buscava sua própria moda. Assim, apareceu a moda colegial, que teve origem no sportswear. As moças agora usavam, além das saias rodadas, calças cigarrete até os tornozelos, sapatos baixos, suéter e um tecido assemelhado ao jeans.
O cinema lançou a moda do garoto rebelde, simbolizada por James Dean, no filme "Juventude Transviada" (1955), que usava blusão de couro e jeans. Marlon Brando também sugeria um visual displicente no filme "Um Bonde Chamado Desejo" (1951), transformando a camiseta branca em um símbolo da juventude.Já na Inglaterra, alguns londrinos voltaram a usar o estilo eduardiano, mas com um componente mais agressivo, com longos jaquetões de veludo, coloridos e vistosos, além de um topete enrolado. Eram os "teddy-boys".Ao final dos anos 50, a confecção se apresentava como a grande oportunidade de democratização da moda, que começou a fazer parte da vida cotidiana. Nesse cenário, começava a ser formar um mercado com um grande potencial, o da moda jovem, que se tornaria o grande filão dos anos 60.

A influencia da moda na atualidade:





Exemplos de clássicos são as musicas e o estilo da cantora amy whinehouse, que adota o estilo de brigitte bardot,com uma personalidade forte e revolucionária,roupas curtas demais e com muitas estampas,ou aquele visual basico cheio de acessórios coloridos e o cabelo incomparável, suas músicas com letras depressivas, que analisam e recordam os problemas da vida, a melodia e a acústica, esses fatores são englobados nas características das musicas da famosa cantora francesa edith piaf, vale ressaltar que paris era o ponto referencial e a tendencia da época, onde tinha tudo do mais requisitado e aprovado por grandes músicos, maestros,onde tinha as melhores e mais bonitas modelos, e atrizes.

As saias rodadas, sapatos scarpin, óculos rayban e calças cigarrete na cintura são outros exemplos de reformas das tendencias dos anos 50.

Produção de uma reportagem

Como criar uma reportagem ????
*primeiro,o título no caso, ''A Mulher''.
*um olho, enfatizando o tema principal abordado na reportagem,
*um desfecho, concluindo indiretamente a reportagem com idéias e opiniões conclusivas.

A Mulher,
- A atuação da mulher, durante os últimos anos, nos setores familiar, social e profissional:

A mulher moderna tornou-se essencial para o nosso cotidiano, hoje em dia, existem milhões de mulheres no mundo todo que sozinhas sustentam não só a si mesmas, mas também seus filhos, maridos, pais, ou parentes.
Para muitos que não sabem, a mulher, que vem sido tratada como inferior ainda por uma minoria, até mesmo pela igreja.
A igreja, sempre tentando se manter firme e coerente, vem prejudicando a imagem da mulher ao longo dos anos, prova disso, são os documentos secretos do vaticano, que guardam grandes segredos e apenas não são revelados para não correr o risco de revelar alguma verdade chocante que difame o mito de que a igreja está sempre certa. Tal verdade tão pura digna de apenas poucos, aqueles que visam com um olhar critico aquilo presente no cotidiano, como por exemplo, Leonardo da Vinci, que em diversas pinturas constatava que Maria Madalena, conhecida como vulgar na época, era não só companheira de Jesus Cristo, mas também havia tido um filho dele, o denominado santo graal,sangreal ou Sangue Real(traduzido para o português),lógico que seria uma lástima para a igreja da época revelar que Jesus Cristo não só tinha uma companheira como havia tido um filho com a mesma, tal fato romperia a imagem pura e salvadora do messias.Outras afirmações presentes na bíblia,alegando que a mulher é inferior ao homem, é a passagem bíblica que Eva,a primeira mulher a ser criada por deus nasceu da costela de Adão, e que a mesma havia contradito Deus para não roubar a maçã da árvore, classificando a mulher como uma insana pecadora.
Até hoje, pessoas alienadas e fiéis rígidos pensam tanto que Jesus Cristo não se envolveu romanticamente com nenhuma mulher, quanto que Maria Madalena era vulgar e acreditam em tudo que a igreja alega ser verdade.

E por causa desse pensamento, algumas mulheres mesmo se acham inferiores e se submetem a seus maridos.