
Acho que essa será a primeira vez que falo com um pouco mais de intolerância no coração, conseqüência, lógico, das pessoas que a cada vez mais tornam se mais aproveitadoras, e aparentemente, mais entediadas, buscando ocupar-se sabendo da vida dos outros, fazendo intrigas, fofocas, tramando uma possível armadilha, mais parecendo animais, tomados pelo seu instinto traiçoeiro e condenável. A verdade é que o mundo está repleto de pessoas assim, e isso não mudará até todas as pessoas chegarem a um consenso que vise e decrete que cada pessoa será somente responsável por sua vida e no máximo a de seus familiares.
Juntando minha impaciência e intolerância, que vem se acumulando recentemente, com a falta de escrúpulos das pessoas, descargas maquiavélicas que reinam sobre as mesmas e sua falta de vergonha, eis me aqui, como forma de me libertar de todo esse sentimento que vem tomando conta de mim, dividida entre o amor e a liberdade, buscando desprender-me destes bens materiais, das relações afetivas e de tudo por um tempo, visando encontrar minha harmonia interior, ou até mesmo uma certeza capaz de me provar ou convencer do que eu realmente quero embora eu já saiba. O que eu quero é eu e você, só isso, sem pessoas para nos julgar ou observar, dizendo o que está certo e o que está errado, nos afligindo e rompendo nosso equilíbrio.
A verdade é que nos transformam em uma mercadoria, expõem-nos ao nosso próprio fetichismo, pondo-nos em uma vitrine, a sermos julgados, observados, aprovados ou não, na certeza de que com o tempo “sairemos de moda”, do assunto, ou seja, do que eles consideram importante.
O que nos resta a fazer agora não se sabe, mas como saber no que resultará se não formos à luta, a exposição? Portanto desejem-nos sorte.
“Hasta la vitória siempre”
Um comentário:
Vai se acostumando minha cara...daqui pra frente só piora...mas não abaixe a cabeça
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